Um ano. Doze festivais. O Brasil inteiro.
Quem me acompanha há algum tempo sabe: música, cultura, viagem, moda e beleza nunca foram só lazer pra mim. Sempre foram linguagem, troca, território e trabalho.
Foi juntando tudo isso que nasceu a ideia mais ousada que já coloquei de pé até agora: em 2026, viver um festival por mês pelo Brasil.
A proposta é simples na forma, mas enorme na experiência. Circular pelo país, atravessar regiões diferentes, conhecer cidades que ainda não conheço, me aproximar de cenas culturais diversas e registrar tudo do meu jeito.
Algumas datas já estão confirmadas. Outras ainda estão sendo desenhadas. E existem meses que deixei propositalmente em aberto, porque esse projeto também é construção coletiva.
Esse é o planejamento até agora.
Janeiro
O ano começa no Sul, com o Planeta Atlântida.
Como segunda opção, o Festival de Verão Salvador, porque o verão pede calor, rua e música.
Fevereiro
Fevereiro é dela. Ensaios da Anitta, confirmadíssima.
E, se Deus permitir, a realização de um sonho pessoal: conhecer a Sapucaí.
Como alternativa, o Carvalheira na Ladeira, em Olinda, que traduz como poucos o carnaval do Nordeste.
Março
Março tem Lollapalooza, um dos maiores festivais do país.
Mas também deixo aberta a possibilidade de descer pro Nordeste e viver o Rec-Beat, em Recife, valorizando a cena independente.
Abril
Abril é especial. É o mês dos meus 35 anos.
Por isso, deixei em aberto para algo realmente grandioso. Um marco. Um projeto dentro do projeto.
Maio
Maio já chega com duas opções muito fortes:
o Nômade Festival, em São Paulo, e o Sarará, aqui em Belo Horizonte.
Além disso, fico de olho no Todo Mundo no Rio, que ainda aguarda anúncio oficial de line-up.
Junho
Junho ainda está em aberto, mas com um desejo muito claro:
viver um São João no Nordeste, do jeito que ele merece ser vivido.
Julho
Julho é mês do Festival de Inverno de Garanhuns, um dos eventos culturais mais importantes do país, que mistura música, arte e território.
Agosto
Agosto ganhou força: o João Rock, já confirmado para o dia 1º de agosto, em Ribeirão Preto, e o Festival Sensacional, em Belo Horizonte.
Setembro
Aqui não tem muito debate: Rock in Rio.
Um dos maiores festivais do mundo, que já divulgou suas datas para 2026.
Outubro
Outubro está propositalmente em aberto.
Quero ouvir quem está lendo: o que acontece de imperdível no seu estado?
Novembro
Novembro é intenso.
Entre Afropunk, Rock The Mountain e Batekoo, as possibilidades são muitas.
E ainda existe a chance de incluir o Zepelim, em Fortaleza, assim que as datas forem divulgadas.
Dezembro
O ano fecha com o Primavera Sound, em São Paulo.
Ou, quem sabe, um Réveillon em Salvador, para encerrar esse ciclo do jeito que ele começou: com calor, música e movimento.
Esse projeto não é só uma agenda de festivais.
É uma travessia. Um registro do Brasil que pulsa fora dos eixos óbvios, feito por alguém que acredita que cultura também é trabalho, construção e memória.
Agora eu quero saber:
qual festival não pode faltar nessa lista?
Seguimos juntas.
Nah.





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